Desafios e Perspectivas do Esporte após a Pandemia do Covid-19 – Parte 4

 

Neste episódio, a Série "Desafios e Perspectivas do Esporte após a Pandemia do Covid-19" olhará a crise sob a perspectiva dos atletas ligados à projetos sociais e as ações necessárias de apoio de governos, clubes e entidades do esporte.

A Série discute os impactos da Covid-19 no Esporte, tratando desde o impacto nos campeonatos e ligas esportivas, passando pela preparação dos atletas e incluindo as políticas públicas e o esporte nas escolas públicas.

 

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Convidados

 

Ana Moser

Uma das maiores atacantes da história do voleibol brasileiro, conquistou a primeira medalha olímpica para o voleibol feminino. Disputou três edições dos Jogos Olímpicos, sendo medalhista em Campeonato Mundial, Copa do Mundo, Copa dos Campeões e Jogos Pan-Americanos. Foi a capitã da seleção principal em várias competições e obteve títulos importantes, como o tricampeonato do Grand Prix e o bicampeonato no Mundial de Clubes.

Em 2001, fundou o Instituto Esporte e Educação (IEE), que desenvolve e dissemina a cultura da prática esportiva em comunidades de baixa renda pelo Brasil, que já atendeu mais de 6 milhões de crianças e adolescentes em ações por todo o país, além de ter capacitado mais de 45 mil educadores para a formação cidadã por meio do esporte.

 

Joanna Maranhão

Aos 3 anos de idade começou a nadar. Aos 12 anos de idade, já participava dos Jogos Pan-americanos de 1999 e nos Jogos de 2003, foi medalha de bronze nos 400 metros medley, quarto lugar nos 200 metros medley e oitavo lugar nos 200 metros peito. Com dezessete anos de idade, foi finalista nas Olimpíadas de 2004 em Atenas, na Grécia, onde terminou em quinto lugar nos 400 metros medley, a melhor colocação obtida até hoje por uma nadadora brasileira. Nos Jogos Pan-Americanos de 2007 no Rio de Janeiro, ficou em quarto lugar nos 200 e nos 400 metros medley e ganhou a medalha de bronze dos 4x200 metros livre. Participou dos Jogos Olímpicos de 2008 de Pequim, no Campeonato Mundial de Esportes Aquáticos de 2009 em Roma, e nos Jogos Pan-Americanos de 2011, obtendo diversas medalhas. Em abril de 2015, quebrou o recorde sul-americano do revezamento 4x200 metros livre e em Junho de 2017, bateu o recorde brasileiro nos 1.500 metros nado livre, durante o Campeonato Paulista.

É ligada à ONG Infância Livre, que tem como missão combater a pedofilia através de suporte as vítimas e ações de prevenção, e ao Emancipa Esporte, onde Joanna aplica sua metodologia de formação de atleta, contribuindo com a na formação social de crianças, adolescentes e futuros profissionais de educação física.

 

Lars Grael

Participou de quatro Jogos Olímpicos, entre Los Angeles 1984 e Atlanta 1996, na classe Tornado. Ganhou medalhas de bronze em duas edições. Foi deca campeão brasileiro e pentacampeão sul-americano da Tornado e campeão mundial da classe Snipe em 1983.

Foi Secretário Nacional de Esportes no então Ministério do Esporte e do Turismo do Governo FHC. Foi também Secretário Estadual da Juventude, Esporte e Lazer na gestão de Geraldo Alckmin no governo São Paulo, que ocupou até março de 2006.

Fundou em 1998 o Projeto Grael, com outros medalhistas olímpicos e irmãos, cujo objetivo é democratizar o acesso de jovens à prática do esporte da vela e, dessa forma, contribuir para a transformação social na vida dos seus beneficiados. Desde a sua fundação, mais de 17 mil jovens e crianças da rede pública de ensino foram e estão sendo educadas por meio da vela e preparados para o mercado de trabalho. A cada semestre, aproximadamente 350 alunos, com idade entre 9 e 29 anos, são formados gratuitamente nos cursos e programas de Desenvolvimento Esportivo e Oficinas Náuticas

 

Mediação e Debate

José Eduardo Quintella – Gerente Executivo da FGV Projetos

Ricardo Leyser Gonçalves – Consultor da FGV Projetos e Ex-Ministro do Esporte

 

20 mai

Assista aqui o video completo do evento.